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Como é Filme Livre?





Título: Como é Filme Livre?
Gênero Experimental
Diretor Christian Caselli
Curta-metragem: Vídeo, 3 min., cor, Rio de Janeiro, 2006.
Parceria de exibição: Porta Curtas Petrobrás

“Eis aqui finalmente a explicação mais legítima sobre como que seria o filme mais livre possível em todas as suas instâncias. Realizado especialmente para a Mostra do Filme Livre.”

Liberdade Fílmica

A vontade de expressar-se em forma de imagem costuma causar alguns sustos nos espectadores incautos. Ao que parece, muitos aspirantes a cineasta não sabem a diferença entre um audiovisual e um registro familiar em celular da festinha de domingo à tarde.

Foi pensando nessas aberrações pseudofílmicas que a organização da Mostra do Filme Livre do Rio de Janeiro, no ano de 2006, produziu este “manual” videográfico, exibido na abertura do evento. É claro que definir a liberdade e enquadrá-la em algum conjunto de conceitos já é, por si só, uma “deslibertificação” da arte. E é exatamente isso que esse vídeo, com um texto interessantíssimo, vem apresentar. 

Livre é todo e qualquer conceito. Livre é a forma, o não aprisionamento. Livre é a mente do diretor-artista que tenta levar eu olhar ao público. E o olhar do diretor é único, intransferível e incontestável! 

Liberdade fílmica é poder se expressar construindo imagens, sabendo cada regra e transgredindo-a com atenção e respeito ao suporte, ao espectador. Liberdade de olhar e criatividade são conceitos aliados à técnica. Não servem para sobrepor-se ou impor-se à linguagem tradicional, centenária, do chamado “cinemão”. Ao contrário, a essência da liberdade completa a regra.

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