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Fernando Pita



Olá. Meu nome é Fernando Pita, e sou aquele tipo de pessoa que não tem a menor ideia de que tipo de pessoa é, dadas as ambivalências e duplicidades características de um bom geminiano. Se no entanto minha essência permanece – ao menos para mim – ainda uma incógnita, uma brevíssima relação daquilo que fiz, faço e almejo fazer talvez ajude a compor um retrato mais coeso a meu respeito: dotado de intensa curiosidade intelectual, já me dediquei ao desenho e à pintura; à literatura e à música; à numismática e à filatelia; ao aprendizado de línguas vivas, mortas e artificiais, assim como de ciências reais, ocultas ou imaginárias; ao xadrez por fim. Contudo, como as verdades do Universo sempre se misturavam com a prestação a vencer, já trabalhei em diversas áreas, tão díspares as de como bancário, operário de gráfica, camelô, garçom, matarife e cobrador de ônibus; áreas em que pude apreciar a enorme diversidade da fauna humana.

Buscando uma convergência para tamanha variedade de conhecimentos, cursei Letras e ali pude conferir alicerce e lastro ao que então – ó vã cobiça! – julgava saber. Capturado por novas paixões, o cinema e o teatro adentram minha existência, soldando-se ao que já ali decantava, ampliando o espectro de minhas atenções.

Hoje ainda mantenho alguns daqueles interesses do passado, cultivados embora de forma canhestra: eterno aprendiz de bandolim, xadrez e fotografia, sigo buscando entender as artes, ciências e técnicas por estas três vias. Mas é através das Letras que busco compreender o ser humano, e é por isso que me dedico hoje ao ensino e pesquisa de Língua Latina na UERJ, cada vez mais adotando como norma de vida aquela conhecida frase de Terêncio: Homo sum, nihil humanum alienum puto.

Um comentário:

  1. Meu bom e querido amigo geminiano Pita,
    sua essencia transparece em tudo o que faz, será um prazer poder acompanhar seu trabalho bem de perto. Estou muito feliz com seu ingresso na família Benfazeja.
    Desejo que sua coluna alcance o maior sucesso!
    Fernando Pita boas vinda!
    sua eterna amiga, Iracy De Souza

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